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Biografia

Início de vida

William Bradley Pitt nasceu em Shawnee, Oklahoma. É filho de William Alvin Pitt, ex-presidente de uma empresa de transporte rodoviário, e Jane Etta (sobrenome de solteira Hillhouse), secretária de uma escola. Poucos anos após seu nascimento, Pitt, seus pais e seus irmãos mais novos, Douglas Pitt (nascido em 1966) e Julie Neal (nascida em 1969), mudaram-se para Springfield, Missouri. O ator é descendente de ingleses, cherokees, seminoles e um pouco de escoceses, galeses, norte-irlandeses, irlandeses e alemães. Nascido em uma família conservadora, foi criado na Convenção Batista do Sul, mas já afirmou que não “tem um ótimo relacionamento com a religião” e que “está entre o agnosticismo e o ateísmo“. Pitt descreveu Springfield como “[um] país de Mark Twain e de Jesse James“, tendo crescido com “muitas colinas e lagos em volta“. Pitt frequentou o Colégio Kickapoo, onde foi membro das equipes de golfe, natação e tênis. Também participou dos clubes dos oradores, dos de debates escolares e dos musicais.

Após sua formatura no ensino médio, inscreveu-se na Universidade do Missouri em 1982, com especialização em jornalismo e publicidade, na qual foi membro da fraternidade Sigma Chi, participado em muitos eventos da organização. Ao passo que a formatura se aproximava, Pitt não se sentia pronto para seguir a profissão. Ele amava filmes — e considerou-os “um portal para mundos diferentes” —, mas como essas produções não eram feitas em Missouri, decidiu ir para onde elas eram feitas. Duas semanas antes de receber seu diploma, ele saiu da universidade e mudou-se para Los Angeles, onde teve aulas de teatro e trabalhou em diferentes lugares.

Carreira

1987–1993: Primeiros trabalhos

Enquanto lutava para estabelecer-se em Los Angeles, Pitt teve aulas particular de teatro com o professor britânico Roy London, e teve vários biscates, trabalhando por um tempo como motorista e depois de “vestir-se de mascote” para a rede de restaurante “El Pollo Loco” para pagar suas aulas.


Sua carreira de ator começou em 1987, fazendo pequenas pontas sem aparecer nos créditos finais nos filmes ‘Sem Saída’, ‘Atraídos Pelo Perigo’ e ‘Abaixo de Zero’. Sua estreia na televisão foi em maio do mesmo ano com um papel convidado em dois episódios na soap opera ‘Another World’. Em novembro do mesmo ano, Pitt teve uma aparição convidada na sitcom ‘Tudo em Família’. Ele apareceu em quatro episódios da série de televisão Dallas, entre dezembro de 1987 a fevereiro de 1988, como Randy, o namorado de Charlie Wade. Posteriormente, em 1988, fez uma aparição no drama policial da Fox, ‘Anjos da Lei’. No mesmo ano, Pitt ganhou seu primeiro papel principal no filme americano-iugoslavo ‘O Príncipe das Sombras’, no qual interpretou um jovem americano que a família atravessara o mar Adriático para encontrar um remédio para sua doença de pele. No entanto, o filme foi não lançado naquele ano devido a eclosão da Guerra de Independência da Croácia, sendo lançado somente em 1997, quase uma década depois. Pitt fez duas aparições cinematográficas em 1989: a primeira foi como coadjuvante na comédia ‘Namorados por Acaso’; a segunda foi num papel de destaque no filme de terror ‘Assassinato no Colégio’, sendo seu primeiro filme a ser lançado nos cinemas. Posteriormente, fez aparições nas séries ‘Uma Turma Genial’, ‘A hora do pesadelo – O terror de Freddy Krueger’, Thirtysomething e novamente em ‘Tudo em Família’.

Pitt foi contratado para o papel de Billy Canton, um viciado em drogas que se aproveita de uma jovem fugitiva (interpretada por Juliette Lewis), no telefilme da NBC ‘Jovem Demais para Morrer’ (1990). Escrevendo para a Entertainment Weekly, Ken Tucker afirmou: “Pitt é um magnífico canalha em seu papel como o namorado bandido, olhando e se portando como um malvado John Cougar Mellencamp, ele é realmente assustador“. No mesmo ano, o ator co-estrelou seis episódios do drama ‘Glory Days’ e ganhou um papel coadjuvante no telefilme ‘O Poder da Imagem’. Sua próxima aparição foi no filme ‘Correndo do Destino’ (1991), no qual interpretou Joe Maloney, um corredor do ensino médio que tem um irmão criminoso, interpretado por Rick Schroder.

Depois de anos em papéis coadjuvantes no cinema e frequentes aparições como convidado na televisão, Pitt ganhou amplo reconhecimento por sua atuação no filme ‘Thelma & Louise’ (1991), em que representou J.D., um cowboy e pequeno criminoso que faz amizade com Thelma (Geena Davis). Sua cena de amor com Davis foi citada como o momento que o definiu como um símbolo sexual. Depois deste filme, estrelou Johnny Suede (1991) e o filme em live-action/animação ‘Mundo Proibido’ (1992), embora este não contribuiu para a sua carreira, já que recebera críticas negativas e fora um fracasso na bilheteria. Pitt assumiu o papel de Paul Maclean no filme biográfico ‘Nada É Para Sempre’ (1992), dirigido por Robert Redford. Seu desempenho foi descrito por Janet Mock, da People, como digno de carreira, provando que ele pode ser mais do que “um bom rapaz com chapéu de cowboy [referindo-se ao seu papel em Thelma and Louise]”. Ele admitiu que sentiu-se pressionado durante as filmagens e considerou uma de suas “performances mais fracas. […] É tão estranho que acabou por ser aquela que recebi mais atenção [da mídia]”, e acreditou que seu progresso foi devido trabalhar com um elenco e equipe talentosos, e comparou trabalhar com Redford com jogar tênis, dizendo que “quando você joga com alguém melhor do que si, o seu jogo melhora“.

Em 1993, Pitt trabalhou novamente com Juliette Lewis no filme ‘Kalifornia’, no qual interpretou Early Grayce, um assassino em série e namorado da personagem de Lewis. Sobre sua performance, Peter Travers, da revista Rolling Stone, considerou “excelente, cheia de charme juvenil e termina exalando ameaça pura“. O ator também chamou a atenção por uma breve aparição no sucesso ‘Amor à Queima-Roupa’, como Floyd, que aliviou grande parte da tensão do filme. No mesmo ano, ganhou um prêmio da Associação Nacional de Proprietários de Teatro na categoria de “Estrela Masculina do Amanhã”.

1994–1998: Sucesso crítico

O ano de 1994 marcou um grande avanço na carreira de Pitt. Seu primeiro filme no ano foi ‘Entrevista com o Vampiro’, baseado no livro homônimo da escritora Anne Rice, estrelando como o vampiro Louis de Pointe du Lac, ao lado de Tom Cruise, Kirsten Dunst, Christian Slater e Antonio Banderas. Apesar de ganhar dois MTV Movie Awards na cerimônia de 1995, seu desempenho foi mal recebido. De acordo com o Dallas Observer, “Pitt … é uma grande parte do problema [no filme]. Quando os diretores mostram seu lado arrogante, sombrio e folclórico … é divertido assisti-lo. Mas não há nada que insinua seu sofrimento interior ou mesmo a autoconsciência, o que o torna Louis um chato“. Após o lançamento do filme, o ator estrelou ‘Lendas da Paixão’ (1994), baseado na novela de 1979 de mesmo título de Jim Harrison, ambientado no oeste norte-americano durante as quatro primeiras décadas do século XX. Interpretando Tristan Ludlow, filho do coronel William Ludlow (Anthony Hopkins), um imigrante Cornish, Pitt recebeu sua primeira indicação aos Prêmios Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Filme Dramático. Embora a recepção do filme tenha sido mista, muitos críticos de cinema elogiaram a performance do ator. Janet Maslin, do The New York Times, disse: “A mistura tímida de atuação e de comportamento de Pitt é uma pena, já que a superficialidade do filme se interpõe em seu caminho“. Deseret News afirmara que o filme estabeleceria a reputação de Pitt como ator de papéis principais.

Em 1995, Pitt estrelou juntamente com Morgan Freeman e Gwyneth Paltrow o suspense ‘Seven- Os Sete Crimes Capitais’, no papel do detetive David Mills que persegue um assassino em série. Ele chamou-o de um ótimo filme e declarou que o papel ampliaria seus horizontes na atuação e também expressou seu desejo de afastar-se “da imagem de garoto bonito […] para interpretar alguém com falhas“. Seu desempenho foi bem recebido pela crítica. Variety disse que foi o seu melhor, e destacou sua capacidade de realizar um “trabalho determinado, enérgico e credível” como o detetive. O filme ganhou 327 milhões de dólares na bilheteria mundial. Após o sucesso de ‘Seven’, Pitt ganhou o papel de Jeffrey Goines no filme de ficção científica ‘Os Doze Macacos’, que recebeu críticas predominantemente positivas, particularmente para seu desempenho. Janet Maslin declarou que ‘o filme é “feroz e perturbador” e chamou a performance de Pitt de “surpreendentemente frenética“, concluindo que “eletrifica Jeffrey com um magnetismo estranho que se torna importante posteriormente“. Ele ganhou o Prêmio Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante e recebeu sua primeira indicação ao Oscar na mesma categoria.No ano seguinte, teve um papel no drama ‘Sleepers – A Vingança Adormecida’ (1996), baseado no romance de mesmo nome do escritor Lorenzo Carcaterra.

No filme ‘Inimigo Íntimo’ (1997), Pitt estrelou como Rory Devany, um terrorista do Exército Republicano Irlandês Provisório, e precisou aprender sotaque irlandês. A opinião crítica foi mista em relação ao seu sotaque; “Pitt encontra o tom certo de ambiguidade moral, mas às vezes o seu sotaque irlandês é tão convincente que é difícil de entender o que ele diz“, escreveu o San Francisco Chronicle. Por sua vez, uma jornalista do The Charlestone Gazette opinou que seu sotaque melhorou no decorrer do filme. O filme arrecadou 140 milhões de dólares em todo o mundo, mas foi um fracasso crítico. Nesse mesmo ano, ele interpretou o montanhista austríaco Heinrich Harrer no filme ‘Sete Anos no Tibete’. O ator treinou por meses para o papel, o que exigiu uma prática significativa de alpinismo e trekking, e escalou montanha na Califórnia e nos Alpes com seu co-estrela David Thewlis. Por causa dos temas de nacionalismo tibetano no filme, o governo chinês proibiu Pitt e Thewlis a entrarem no país. O filme recebeu críticas mistas, e foi considerado um sucesso.

Em 1998, Pitt estrelou no filme de fantasia ‘Encontro Marcado’, onde fez a personificação da morte, que habitava no corpo de um jovem para aprender o que é ser humano. O filme recebeu críticas mistas, e muitos criticaram o desempenho do ator. Segundo Mick LaSalle, do San Francisco Chronicle, Pitt foi incapaz de “fazer a audiência acreditar que ele conhecia todos os mistérios da morte e da eternidade“. Roger Ebert afirmou que ele “é um bom ator, mas essa performance é um erro de cálculo“.

1999–2003: Reconhecimento internacional

Em 1999, Pitt ganhou o papel de Tyler Durden no filme ‘Clube da Luta’, uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de Chuck Palahniuk, dirigido por David Fincher. Para interpretar o papel, ele tomou aulas de boxe, taekwondo e grappling, e também permitiu que fosse quebrado um pouco de seus dentes da frente, que foram restaurados ao término das filmagens. Durante a divulgação, o ator disse que o objetivo do filme não foi necessariamente incentivar a agressão pessoal, mas foi “ter uma experiência de como si se sairia numa luta.” ‘Clube da Luta’ estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 1999. Apesar das reações polarizadas dos críticos, o desempenho de Pitt foi amplamente elogiado. Paul Clinton, da CNN, destacou a natureza arriscada e bem sucedida do filme, enquanto Variety comentou sobre a capacidade de Pitt de ser “legal, carismático e mais dinamicamente físico, talvez do que … seu papel revelação em Thelma & Louise“. Apesar de não atingir às expectativas do estúdio nas bilheteiras, Clube da Luta tornou-se um filme cult após o lançamento em DVD em 2000.

Seu próximo trabalho foi em ‘Snatch – Porcos e Diamantes’ (2000), que recebeu avaliações mistas pelos críticos; no entanto, elogiaram o desempenho de Pitt. Mick LaSalle disse que o ator foi ideal para interpretar um irlandês cujo “sotaque é tão rico que nem mesmo os britânicos conseguem entendê-lo“, acrescentando que, antes de Snatch, Pitt tinha sido preso a papéis que exigiam introspecção, mas recentemente ele encontrou sua vocação em ultrajantes comédias de humor negro que exigem extroversão”; enquanto Amy Taubin, do The Village Voice, afirmou que o ator “alcançou o máximo de seu cômico em um papel ridículo“. No ano seguinte, o artista estrelou ao lado de Julia Roberts a comédia romântica ‘A Mexicana’, um filme que obteve avaliações mistas, mas que foi um êxito na bilheteria. Seu próximo papel foi no filme de espionagem ‘Jogo de Espiões’ (2001), no qual interpretou Tom Bishop, um operador da Divisão de Atividades Especiais da CIA cujo guardião é Nathan Muir (Robert Redford). Em 22 de novembro de 2001, Pitt participou como um ator convidado no episódio “The One with the Rumor” da oitava temporada da série de televisão Friends, interpretando um homem com raiva de Rachel Green, interpretada por Jennifer Aniston, a quem Pitt estava casado na época. Sua atuação recebeu críticas variadas dos analistas de televisão, e posteriormente foi indicado ao Emmy de 2002 na categoria de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia. Em dezembro, ele interpretou Rusty Ryan no filme ‘Onze Homens e Um Segredo’, uma refilmagem do filme de 1960 de mesmo nome, no qual atuou ao lado de George Clooney, Matt Damon, Andy García e Julia Roberts. Bem recebido pela crítica, ‘Onze Homens e Um Segredo’ foi grande sucesso na bilheteria, ganhando 450 milhões de dólares em todo o mundo.

Em fevereiro de 2002, Pitt apareceu em dois episódios da série de comédia da MTV Jackass; no primeiro, correu pelas ruas de Los Angeles com vários membros do elenco disfarçado de gorila; no segundo episódio, encenou seu próprio sequestro. No mesmo ano, teve um pequeno papel em ‘Confissões de Uma Mente Perigosa’, filme de estreia de Clooney como diretor. Fez seu primeiro trabalho como dublador em 2003, quando dublou a voz do protagonista do filme de animação da DreamWorks ‘Sinbad: A Lenda dos Sete Mares’, e, em seguida, dublou Patch, irmão de Boomhauer, na série de animação satírica ‘King of the Hill’.

2004–presente: Sucesso comercial

Pitt teve dois grandes papéis no cinema em 2004. Estrelando primeiramente o épico ‘Tróia’, baseado na Ilíada, como Aquiles. O ator passou seis meses de treinamento com espadas antes das filmagens, e durante as gravações, sofreu uma lesão no tendão de Aquiles, atrasando-as por várias semanas. Com uma arrecadação mundial de 497 milhões de dólares, Tróia foi o maior sucesso de sua carreira até então. Para o The Washington Times, Stephen Hunter afirmou que Pitt se destacou num papel tão exigente. Tróia foi o primeiro filme produzido pela Plan B Entertainment, uma empresa de produção cinematográfica que Pitt havia fundada dois anos antes com Jennifer Aniston e Brad Gray, CEO da Paramount Pictures. Posteriormente, retornou como Rusty Ryan na sequência ‘Doze Homens e Outro Segredo’, que angariou 362 milhões de dólares.

Em 2005, Pitt voltou ao grande sucesso de bilheteria com a comédia de ação Sr. & Srª. Smith, na qual estrelou ao lado de Angelina Jolie, como um casal que descobre que ambos são assassinos secretos cuja missão é matar um ao outro. O filme recebeu críticas mistas, mas foi geralmente elogiado pela química entre Pitt e Jolie. O crítico Colin Covert, do Star Tribune, observou que “enquanto a história parece desorganizada, o filme ganha um charme gregário, energia alucinante e muita química dos protagonistas“. Roger Ebert disse: “O que faz o filme funcionar é que Pitt e Jolie se divertem juntos na tela, e eles são capazes de encontrar um ritmo que lhes permite ser subestimados e divertidos, mesmo durante as tramas mais alarmantes.” A produção arrecadou 478 milhões de dólares em todo o mundo, tornando-se a sétima maior bilheteria do ano. Seu próximo longa-metragem foi o drama Babel (2006), dirigido por Alejandro González Iñárritu e co-estrelado por Cate Blanchett. O desempenho de Pitt foi bem recebido pela crítica. O Seattle Post-Intelligencer disse que ele foi credível e que deu visibilidade ao filme. Mais tarde, o ator disse que esse papel tinha sido uma das melhores decisões de sua carreira. O filme foi exibido em uma apresentação especial no Festival de Cannes de 2006 e em seguida no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Babel recebeu sete indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, ganhando neste último a categoria de Melhor Drama e o ator foi indicado para Melhor Ator Coadjuvante. No mesmo ano, sua empresa, Plan B Entertainment, produziu ‘Os Infiltrados’, que ganhou o Oscar de Melhor Filme. Pitt foi tido nos créditos finais como produtor; no entanto, apenas Graham King foi considerado elegível para ganhar o prêmio.

Pitt reprisou seu papel como Rusty Ryan no filme ‘Treze Homens e um Novo Segredo’ (2007), que, embora menos lucrativo do que os dois anteriores, ganhou 311 milhões de dólares na bilheteria internacional. Seu próximo papel foi em ‘O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford’ (2007), uma adaptação do romance de mesmo escrito por Ron Hansen, onde interpretou o fora-da-lei Jesse James. Dirigido por Andrew Dominik e produzido pela Plan B Entertainment, o filme estreou no Festival de Cinema de Veneza de 2007, no qual ganhou o prêmio Coppa Volpi de Melhor Ator. “Pitt desempenhou um papel assustador e carismático“, disse Lewis Beale, do Film Journal International.

A próxima aparição de Pitt foi na comédia de humor negro ‘Queime Depois de Ler’ (2008), sua primeira colaboração com os irmãos Coen. O filme teve uma recepção positiva dos críticos, com The Guardian chamando-o de “uma comédia de espião bem planejada e conspirada“, observando que a performance de Pitt foi uma das mais engraçadas. Posteriormente, ele foi eleito para personificar Benjamin Button, o protagonista do filme ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’ (2008), baseado em um conto homônimo lançado em 1921 pelo escritor F. Scott Fitzgerald, dirigido por David Fincher. A história é sobre um homem que nasceu “velho” e vai rejuvenescendo com o passar do tempo, e, de acordo com Michael Sragow, do The Baltimore Sun, o desempenho sensível de Pitt tornou Benjamin Button uma “obra-prima atemporal“. Este trabalho lhe rendeu sua primeira indicação aos Prêmios Screen Actors Guild, bem como a sua quarta nomeação aos Globos de Ouro e uma segunda indicação ao Oscar, todas na categoria de “Melhor Ator”. O filme, por sua vez, recebeu treze indicações ao Oscar e arrecadou 329 milhões de dólares em todo o mundo.

Em 2009, o ator estrelou ‘Bastardos Inglórios, dirigido por Quentin Tarantino, na qual interpretou o tenente Aldo Raine, um lutador americano pelejando contra os nazistas que ocuparam a França durante a Segunda Guerra Mundial. O filme foi um sucesso na bilheteria, ganhando 311 milhões de dólares em todo o mundo, e na crítica, e recebeu vários prêmios e indicações, incluindo oito indicações ao Oscar e dez indicações aos Prêmios Critics’ Choice Movie, vencendo, inclusive, Melhor Elenco. Em seguida, ele dublou a personagem Metro Man no filme de animação “Megamente’ (2010). Estrelou, ao lado de Sean Penn, o drama ‘A Árvore da Vida’ (2011), que ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes. Nesse mesmo ano, estrelou como Billy Beane, gerente geral do Oakland Athletics, no filme ‘O Homem que Mudou o Jogo’, baseado no livro de mesmo nome escrito por Michael Lewis. Pitt foi indicado ao Oscar, ao Prêmio Screen Actors Guild, aos Globos de Ouro e ao Satellite Award na categoria de “Melhor Ator”. Seu próximo papel foi como o assassino Jackie Cogan em ‘O Homem da Máfia’ (2012).

Em 2013, Pitt produziu e estrelou ‘Guerra Mundial Z’, um suspense sobre um apocalipse zumbi, baseado no romance literário de mesmo nome de Max Brooks. Com arrecadação de 540 milhões de dólares em todo o mundo, ‘Guerra Mundial Z’ tornou-se o filme de maior sucesso comercial de sua carreira. Ainda em 2013, ele produziu e desempenhou um pequeno papel em ’12 Anos de Escravidão’, um drama histórico baseado na autobiografia homônima de 1853 de Solomon Northup. O filme recebeu aclamação da crítica e foi nomeado a nove Óscares, ganhando três, incluindo o de Melhor Filme. O ator também teve um papel coadjuvante em ‘O Conselheiro do Crime’, dirigido por Ridley Scott. Pitt estrelou ‘Corações de Ferro’ (2014), um filme baseado na Segunda Guerra Mundial, dirigido e escrito por David Ayer, e co-estrelado por Shia LaBeouf, Logan Lerman, Jon Bernthal e Michael Peña. Foi lançado em 17 de outubro de 2014 e tornou-se um sucesso comercial e crítico; arrecadou mais de 211 milhões de dólares em todo o mundo e recebeu críticas positivas. Em 2015, Pitt estrelou com sua até então esposa, Jolie, na terceira direção dela, ‘À Beira Mar’, um drama marital sobre um casamento em crise. O filme foi sua primeira colaboração desde Sr. & Srª. Smith.

O próximo papel do ator veio com o drama biográfico ‘A Grande Aposta’, o qual ele também produziu. O filme foi nomeado para cinco Prêmios da Academia, incluindo Melhor filme, fazendo que Pitt ganhasse sua terceira nomeação ao Oscar como produtor. Em 2016, Pitt estrelou o suspense romântico ‘Aliados’, de Robert Zemeckis, no qual ele interpreta um espião assassino que se apaixona por uma espiã francesa (interpretada por Marion Cotillard) durante uma missão para matar um oficial alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Em seguida, ele estrelou a comédia satírica ‘Máquina de Guerra’. Em 2016 foi anunciado que Pitt estrelará a sequência de ‘Guerra Mundial Z’, com data de lançamento inicialmente prevista para 9 de junho de 2017. No entanto, no início desse mesmo ano, foi anunciado que estava sem previsão de lançamento. Em junho de 2017, foi confirmado que David Fincher irá dirigi-lo, marcando a quarta colaboração de Pitt e Fincher.

Pitt estrelará o épico Ad Astra, no qual interpretará o engenheiro espacial Roy McBride, com estreia prevista para janeiro de 2019. Atualmente, Brad se encontra em meios as gravações do filme “Era Uma Vez em Hollywood’, com roteiro e direção de Quentin Tarantino, marcando a segunda parceria do ator com o diretor. Brad irá interpretar Cliff Booth. A trama se passa em Los Angeles, em 1969, no auge no movimento hippie. Os protagonistas são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um antigo astro de uma série de TV de Western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Os dois estão lutando para dar certo em uma Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha de porta muito famosa… Sharon Tate. O longa chega aos cinemas em 26 de julho de 2019.

Vida pessoal

A vida pessoal de Pitt sempre foi destaque na mídia. No final da década de 1980 e início da de 1990, Pitt esteve envolvido romanticamente com muitas de suas co-estrelas, incluindo Robin Givens, Jill Schoelen e Juliette Lewis. Além disso, ele teve um romance e noivado muito falado com sua co-estrela do filme Seven, Gwyneth Paltrow, com quem ficou de 1994 a 1997.

Relacionamentos e casamentos

Pitt conheceu a atriz Jennifer Aniston em 1998 e casou-se com ela numa cerimônia privada em Malibu em 29 de julho de 2000, contratando centenas de seguranças para bloquearem qualquer tentativa de invasão por jornalistas. Apenas uma foto do casamento entrou em conhecimento público. Pouco depois do casamento, Pitt processou a empresa Damiani International, que fez seu anel de casamento, por vender réplicas de seu próprio modelo exclusivo chamado “Brad e Jennifer”. Após um acordo, em janeiro de 2002, Pitt desenharia jóias para Damiani e Aniston as modelariam, assim, a empresa deixaria de vender as réplicas. Por alguns anos, o casamento foi considerado um raro sucesso em Hollywood. No entanto, começaram a circular rumores de problemas conjugais, e Pitt anunciou a separação em 7 de janeiro de 2005.

Apesar de o casamento de ter sido finalizado, Pitt e a atriz Angelina Jolie envolveram-se em um escândalo que atraiu grande atenção da imprensa na mídia quando Jolie era frequentemente referida como “a outra mulher” por causa da química entre eles no filme Sr. & Srª. Smith. Enquanto ambos negavam acusações de adultério, as especulações continuaram durante 2004 e 2005. Em uma entrevista, Jolie declarou: “Estar intimamente com um homem casado, quando meu próprio pai traiu minha mãe, é algo que não me perdoaria. Não poderia olhar para mim mesma no espelho pela manhã se eu fizesse isso. Não me sentiria atraída por um homem que traísse sua esposa“.
No início de 2005, o conceito de “casamento problemático” inspirou Pitt e Jolie a posarem para uma sessão de fotos para a revista W, registrada pelo fotógrafo Steven Klein. As imagens mostram Pitt e Jolie como um casal de 1963 com filhos. O ator expressou sua intenção de mostrar a realidade de uma maneira mais clara e difícil, mas mostrando um casal feliz. “Você não sabe o que está errado“, disse ele, “porque o casamento é simplesmente algo para o qual você assinou“. Logo após, Aniston depois citou o ensaio como prova de que “a consciência e sensibilidade de Pitt tinham desaparecido“. Ela assinou o divórcio em 25 de março de 2005, que terminou em 2 de outubro do mesmo ano no Tribunal Superior de Los Angeles. Apesar das especulações da mídia de que ambos tiveram um relacionamento conflituoso, em uma entrevista, em fevereiro de 2009, Pitt disse que ele e Aniston “confiam um no outro“, completando que ambos constituem uma grande parte da vida do outro.

Um mês depois de Aniston ter assinado o divórcio, uma série de fotos de Pitt com Jolie circularam nos meios de comunicação, confirmando os rumores anteriores. As fotos, que foram vendidas por quinhetos mil dólares, mostraram o ator, a atriz e o filho dela, Maddox, em uma praia. Durante o verão, o casal foi visto juntos com maior frequência, e “Brangelina” foi tema de cobertura da mídia mundial. Após o escândalo inicial ter diminuído, eles tornaram-se um dos casais mais glamourosos de Hollywood. Sua família cresceu para seis crianças, três das quais foram adotadas, antes de anunciar seu noivado em abril de 2012. Casaram-se em 23 de agosto de 2014, em sua propriedade Château Miraval em Correns, França. Posteriormente, Jolie assumiu o sobrenome “Pitt”. Depois de dois anos de casamento, o casal separou-se em 20 de setembro de 2016, declarando diferenças irreconciliáveis; em seu pedido de divórcio, Jolie pediu a custódia de seus filhos.

Religião

Apesar de ter tido uma educação religiosa com fundamentos da Igreja Batista, Pitt declarou que na adolescência assistia cerimônias religiosas e sentia o mesmo quando ia a shows de rock e que se descobriu quando começou a questionar a religião. “Não foi uma perda de fé“, declarou. Ele afirmou que na época acreditava que podia enfrentar qualquer situação e teve apoio de uma amiga, filha de um pastor metodista, e atribuiu sua falta de fé a seu pai, que o criou “com toda a culpa cristã sobre o que pode e não pode, deve e não deve fazer“. O ator se considera 20% ateu e 80% agnóstico, e acredita que a “religião funciona” e que “há consolo nela e a fé é um código pessoal de valores“.

Na mídia

A imagem pública de Pitt está fortemente ligada à sua beleza e ao seu apelo sexual. Muitos meios de comunicação, incluindo People, Cosmopolitan, e Esquire, citaram-no como o Homem Mais Sensual do Mundo. A revista Empire classificou-o em 23.º lugar na lista das “100 Estrelas de Cinema Mais Sensuais de Sempre” realizada em 1995. Repetiu a aparição em 2004, no número quinze, e em 2007, no número sete. Em 1995, a People nomeou-lhe como o Homem Mais Sensual Vivo, ganhando novamente a mesma classificação em 2000. Em outras publicações da mesma revista foi nomeado como uma das cinquenta pessoas mais bonitas em 1995, 1996, 1997, 2004 e 2005, e esteve na edição das cem pessoas mais bonitas do mundo em 2006, 2007, 2008 e 2009, e ainda foi classificado como uma das 25 pessoas mais intrigantes de 1995, 2009, 2010 e 2011. O ator ocupou a décima segunda colocação na lista Hot 100 do portal online LGBT AfterElton.com em 2007. Repetiu a sua aparição nos anos seguintes, sendo votado como o 15.º da lista de 2008, o 18.º em 2009, o 54.º em 2010, 74.º em 2011 e 79.º em 2012. Pitt esteve no Time 100, uma lista das pessoas mais influentes do mundo, publicada pela revista Time, em 2007 e 2009, nesta última, na categoria Builders and Titans. A revista afirmou que ele usa “[seu] poder de estrela para que as pessoas vejam [o que] as câmeras não costumam gravar”. No AskMen’s Top 49 Men, que lista os homens mais influentes, ficou na 11.ª classificação em 2007, 33.ª em 2008, 21.ª em 2009, e sem ordem específica dos “49 Homens que Estão Mudando o Mundo em que Tu Vives” em 2014. Foi nomeado uma das celebridades mais poderosas do mundo pela revista Forbes nas edições de 2006, 2007 e 2008, no número 20, 5 e 10, respectivamente. Em um estudo científico usando-se a proporção áurea, confirmou-se que Pitt tem o terceiro rosto masculino mais perfeito do mundo, com 90,51 por cento de precisão, ficando atrás apenas de Bradley Cooper, que ficou em segundo lugar, e George Clooney, o primeiro.
A partir de 2005, o relacionamento de Pitt com Jolie tornou-se uma das notícias de celebridades mais divulgadas em todo o mundo. Depois da confirmação da gravidez de Jolie no início de 2006, a grande cobertura midiática em torno do casal alcançou o que a Reuters, em uma publicação intitulada “A febre de Brangelina”, chamou de “ponto de insanidade”. Para evitar ainda mais a atenção da mídia, o casal voou para a Namíbia para o nascimento de sua filha, Shiloh, a qual foi descrita por um blog de paparazzi como “o bebê mais esperado desde Jesus Cristo”. Em 2006, a People nomeou a família Jolie-Pitt a mais bonita do mundo.

A ampla influência e riqueza de Pitt são amplamente registradas. Em uma pesquisa global de 2006, feita pela ACNielsen em 42 mercados internacionais, o ator, juntamente com Jolie, foi considerado a celebridade favorita para endossar marcas e produtos em todo o mundo. Pitt também já apareceu em vários comerciais de televisão, como um comercial para a marca de cerveja Heineken, dirigido exclusivamente para o mercado norte-americano e transmitido durante o Super Bowl XXXIX; este anúncio teve por diretor David Fincher, que dirigiu os filmes Seven, Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button, todos estrelados pelo ator. Sua outras aparições comerciais foram para a televisão asiática, promovendo o Honda Integra, ao lado da modelo russa Tatiana Sorokko, assim como a empresa SoftBank e a marca de roupas Edwin Jeans, todas de origem japonesa. Em 2 de junho de 2015, o asteroide 29132 Bradpitt foi nomeado em sua homenagem.

Fonte: Wikipédia